Famílias tem sido destruídas,
pouco a pouco de forma paulatina e silenciosa, o adversário de Deus e da igreja tem entrado em meio a
relacionamentos assumidos diante da igreja e do senhor da igreja através de
mensagens privadas enviadas sob forte dissimulação, as quais tem atingido corações
despreparados e não vigilantes, o resultado disto, famílias destruídas, igrejas
enfraquecidas, ministérios sepultados, etc. O que levou o adversário a ter
tanto sucesso no uso das redes sociais para trazer tantos prejuízos à família e
à Igreja? Creio que a resposta esteja no livro de hebreus capitulo 12 no
versículo 15 onde a bíblia diz: “tendo cuidado de que ninguém se prive da graça
de Deus, e de que nenhuma raiz de amargura, brotando vos perturbe, e por ela
muitos se contaminem”. Sempre que leio este texto bíblico tenho minha atenção
chamada para o fato de que a bíblia avisa sobre a existência da tal raiz de
amargura, o fato que deve ser evitado é que esta raiz venha a brotar. Contudo,
este é justamente o caso, há dentro de nossos templos muita gente cujas raízes de
amargura já brotaram há muito tempo, e isto por conta de brigas no casamento,
palavras ferinas, atitudes inconsequentes e tantas outras razões e sendo assim,
muita gente frequenta os cultos, canta, até mesmo prega em nossos púlpitos, mas
o coração esta como o de Aitofel, sendo corroído por uma questão não resolvida.
A amargura esfria o amor, trai a confiança se alimenta da dor, busca socorro onde só haverá
aumento da própria amargura, e estas, tem sido a causa de uma igreja adoecida em
nossos dias. O adversário vendo tudo isso, passou a fazer uso dos contadores de
histórias tristes que infestam as redes sociais. Pessoas amarguradas facilmente
são tocadas por histórias tristes, confissões de admiração e amor que venham de
outras pessoas que ainda não tenham nenhuma “anotação negativa” em seus
corações, e a partir de um “contato” que diminua suas frustrações abrem os
corações a pessoas cheias de veneno espiritual as quais invadem suas mentes e
por fim seus corações. O resultado? Mais amargura, desejos adulterinos, sonhos
impossíveis, afastamento da vontade de Deus, pecado e por fim a morte, porque o
pecado sendo consumado gera a morte. Fica aqui um simples alerta a quem ler
estas simples linhas. A raiz de amargura
não pode ser destruída, arrancada de dentro de nós, pois faz parte da natureza
adâmica, contudo, seus renovos podem ser suprimidos pela fé com vigilância,
oração e constante louvor, e a tal raiz pode e deve permanecer sepultada nas
profundezas da mesma natureza a qual já me referi, isto porque, a velha
criatura está sepultada com Cristo na sua morte e assim deve permanecer. Quando
a amargura aflorar em nossa alma, corramos para a torre forte que é a presença
de Deus, mais bate papos no face ou em qualquer outro site de relacionamento
não trará cura, trará sim o aumento da dor e a incapacidade de se recuperar,
pois quanto mais veneno mais morte. Nos voltemos para Deus com urgência. O amor
de muitos tem esfriado por aumentar a iniqüidade, isto é fato confirmado pela
palavra de Deus. O que se humilha será exaltado, mas o que se exalta será
humilhado.
terça-feira, 2 de julho de 2013
segunda-feira, 22 de abril de 2013
"NEGUE-SE"

απαρνεομαι aparneomai - "declarar não conhecimento ou ligação com alguém" - "esquecer de si mesmo, perder a visão ou interesse próprio".
Só seremos fortes o bastante para superarmos todas as vicissitudes que surgem durante nossa jornada pela vida, quando formos realmente capazes de negarmos a nós mesmos. Negar-se é considerar o próximo superior a si mesmo, buscar o interesse de outrem e não o próprio, carregar a arca da aliança sobre os ombros e não sobre carroças, salmodiar enquanto na cruz, chorar com os que choram, sorrir com os que sorriem, pisar sobre serpentes e escorpiões e não sofrer nenhum dano, suportar tudo, crêr sem reservas, amar incondicionalmente, louvar mesmo quando em abismos... Entre tantas outras coisas que poderia citar, segundo o que está no texto bíblico, resumo dizendo: negar-se a si mesmo é tornar-se imitador de Deus. (Marcos 8:34)(Efésios 5:1).
quinta-feira, 3 de janeiro de 2013
SACRIFÍCIOS DE FÉ TRAZEM A JUSTIÇA DE DEUS
No capítulo um o evangelista Mateus descreve os integrantes da genealogia de Jesus, e nesta genealogia ele cita 4 mulheres.
1- Tamar - Depois de perder seu primeiro e segundo esposos, ao perceber que Judá não lhe dava outro esposo para cumprir a lei do Levirato, se disfarça de prostituta e assim se deita e concebe de Judá a Perez e Zerá. E depois através de Perez continua a construção da árvore genealógica de Jesus.
2- Raabe – a moradora de Jericó que abrigou os espias e recebe salvação dela e de sua família usando como sinal o fio de escarlata, ela depois se casa com Salmon, e dessa união é gerado Boaz.
3- Rute – a moabita (os moabitas eram proibidos por determinação divina de ingressar ao arraial de Israel - Deut 23: 3 e 4) que retorna com Noemi sua sogra desde os campos de Moabe para as terras de Judá e lá vai rabiscar nos campos de Boaz (parente remidor de Noemi), com o qual vem a se casar e gera a Obede (Avô de Davi)
4- Da que foi mulher de Urias – Jessé gera a Davi e este se une a Bateseba com a qual vem a gerar Salomão. Contudo, observe que Mateus não cita o nome dessa mulher e sim cita o nome de seu marido injustiçado por Davi no caso do adultério e homicídio. O interessante a observar aqui é que as mulheres dos três primeiros casos, ainda que tivessem alguma coisa contra elas no sentido moral ou religioso, se prontificaram a se sacrificar em prol de uma necessidade que estava em sintonia com a vontade de Deus. No caso de Bateseba o sacrifício, ainda que inconsciente, foi de Urias. Deus honra qualquer ato de justiça que alguém pratique em sua casa, uma vez que esteja em sintonia com sua vontade e desígnios. No caso da genealogia de Jesus, Urias ainda que não tenha dado semente genealógica, praticou ato de justiça pela fé ao não se deixar usar para dissimular o pecado de seu rei, ainda que talvez o não soubesse. Deus não o esqueceu nem ao seu ato corajoso, o qual sob a pena nas mãos de Mateus encontrou finalmente a exaltação dada por Deus, o qual o colocou na genealogia de Jesus mesmo sem semente. Só Deus pode fazer essas coisas.
quarta-feira, 5 de dezembro de 2012
DEUS SE ARREPENDE?
DEUS SE ARREPENDE? - Nm 23:19/I Sm
quarta-feira, 5 de dezembro de 2012
23:55
1 Samuel 15.11, 29
Números 23.19
É importante considerar que o arrependimento deve ser avaliado segundo a presciência ou a ausência dela.
A ausência da capacidade em conhecer no futuro o resultado de nossas escolhas e ações, nos levam, ao nos depararmos com o fruto de nossos atos, à uma inevitável mudança de mente após concluirmos que o caminho escolhido não trouxe os resultados esperados. Contudo, se tivéssemos a capacidade de conhecer o futuro, faríamos as escolhas necessárias mesmo sabendo que os caminhos escolhidos nos trariam algum tipo de dissabor que gostaríamos de evitar ainda que sob plena consciência da inevitabilidade. Neste caso o arrependimento não seria a mudança de mente, mas sim o pesar, ou seja, uma certa tristeza pelo ocorrer do inevitável. É nesse sentido que Deus se arrepende, segundo o que está relatado no texto bíblico. Ele não muda de mente, mas tendo feito exatamente as escolhas de deveriam ser feitas, lamenta o lado "sombrio" dos processos resultantes(Saul por exemplo). Afinal, "O SENHOR fez todas as coisas para atender aos seus próprios desígnios, até o ímpio para o dia do mal." (Provérbios 16 : 4)
O antropomorfismo e a antropopatia não são os melhores caminhos para a busca do conhecimento do divino. Ora, o homem natural não compreende as coisas do Espírito de Deus, porque lhe parecem loucura; e não pode entendê-las, porque elas se discernem espiritualmente. (I Cor 2:14)
segunda-feira, 5 de novembro de 2012
Ano novo vida velha?
Não penso que qualquer coisa nova possa acontecer segundo minhas expectativas na transposição de uma ano para outro. Não são as mudanças no calendário que trazem resultados, são as mudanças nos conceitos e paradigmas que temos dentro em nós. E estas mudanças nós precisamos começar agora mesmo. Não é difícil encontrar pessoas que acreditam que tudo vai mudar em torno delas à partir da passagem de um ano para outro. Tais pessoas atribuem à uma mudança no calendário um poder sobrenatural que parece resolver tudo, contudo, a grande verdade é que anos e anos podem passar e nada acontecer se não entendermos que o que realmente deve mudar é aquilo em que cremos, se o que cremos tem nos mantido presos a realidades que não atendem às nossas melhores expectativas. A mudança que eu e você necessitamos está em nós mesmos, aqui e agora!!!! basta disposição em nos aplicarmos a elas e insistirmos valentemente em sermos libertos de sistemas e espiritualismos que nada tem a ver com a espiritualidade proposta pela bíblia sagrada e a sabedoria divina que ela proporciona a quem dela se alimenta. Sabedoria não para ser melhor que quem quer que seja, mas sermos o melhor de nós para nós mesmos e, para Deus acima de tudo. E que por nós e pelo que acontece em torno de do que somos e que venhamos a ter, Deus seja sempre glorificado.
sábado, 27 de outubro de 2012
ESCOLHAS
A vida que vivemos é resultado das escolhas que incessantemente fazemos, não é possível qualquer tipo de ação sem se efetuar algum tipo de escolha, e para tornar as coisas ainda mais interessantes, as vezes, somos abordados por dilemas éticos, ou seja, situações que surgem que exigem de nós uma postura que não seja a indiferença. A questão é que todas as vezes que nos encontrarmos em meio a tais dilemas, não haverá como tomar uma decisão sem que que não haja consequências. Nossas escolhas do dia a dia visam justamente o evitar conflitos, mas quando surge um dilema ético, nosso coração inevitavelmente se aperta porque ainda que busquemos uma solução, uma saída para alguma situação, não teremos como evitar tais conflitos que se certamente se manifestarão. Todo ser humano será provado neste quesito não poucas vezes durante sua vida. Não há como evitar, não há como fugir, não há como se omitir, uma escolha terá que ser feita. Por conta disso o melhor caminho continua sendo a oração e dependência de Deus, porque ele nos guiará no caminho de sua vontade, e sendo assim, ainda que haja o ônus, no devido tempo Deus o transformará em Bônus.
quinta-feira, 20 de setembro de 2012
segunda-feira, 10 de setembro de 2012
A Igreja e sua relação com o atual
A bíblia, nos livros do novo testamento, empresta da língua grega a palavra Ekklesia(ekkhsia)para se referir ao corpo místico de Cristo, a Igreja. Tal palavra segundo o dicionarista VINE é formada de ek (para fora de) e klesis (chamado), sendo o referido verbete usado na antiguidade para descrever um corpo de cidadãos “reunidos” com a finalidade de discutir os assuntos do estado. De forma muito inteligente os escritores no novo testamento fizeram uso de tal recurso literário para se referir ao ajuntamento daqueles que foram chamados para fora de uma ordem estabelecida, para fazer parte de um grupo seleto, com uma missão especial e específica. A Igreja idealizada por Jesus Cristo, não ficaria à margem da sociedade, ao mesmo tempo em que não se misturaria com seus costumes e ideologias, ao invés disso, segundo as palavras do mestre dos mestres, sendo luz do mundo e sal da terra, a igreja projetada no coração de Deus seria formadora de caráter, um organismo vivo, agente modificador de sistemas, que influenciaria de forma positiva, e sempre construtiva, a cultura espiritual e ainda secular de todo e qualquer ser humano a quem alcançasse. Contudo, o modo de operação da Igreja, definido por seu próprio fundador, resume-se no seguinte: Ide por todo mundo e pregai o evangelho a toda criatura (Mc 16:15). Os dois verbos contidos nessa frase definem de forma clara o que Jesus objetivava através da igreja, o “Ide” apresenta a ordem para avançar sempre em direção as pessoas, e o “pregai” vai mais além do que o ministrar de conteúdo teológico com discursos regidos pela hermenêutica ou homilética. Para Jesus, Ir representava o poder da iniciativa, e o pregar seria então, nada mais nada menos, que o relacionamento pessoal que esclarecesse no coração e na mente das pessoas, a profundidade das verdades acerca de um Deus todo poderoso, cuja essência é o amor. Amor este que resgata, constrói, transforma, dignifica, e melhora a condição humana. São Francisco de Assis pronunciou uma célebre frase que se resume no seguinte: “Pregue em todo tempo. Se necessário use as palavras”. Este pensamento deixa totalmente esclarecido o verdadeiro conceito da real pregação, missão da igreja. O testemunho, a prática dos valores divinos revelados nas linhas do texto bíblico, o exercício da fé que gera obras, o amor incondicional, a compaixão, a entrega de si mesmo em favor de outros, essa é a pregação sob a qual a Igreja precisa “ir”. Mas como está a Igreja se comportando nos dias de hoje, como a atualidade tem influenciado nossa conduta no cumprimento desse papel? Para responder a isso, é importante que se avalie como as coisas funcionam em nossos dias. O excesso de tecnologia e o aumento exacerbado de informações, a que somos submetidos dia a dia, tem nos tornado, a todos nós, cada vez mais fracos no que tange a relacionamentos. Por conta das máquinas e dos infinitos softwares com que vivemos e nos movemos, somos condicionados a esperar e praticar resultados imediatos, conseqüência de simples toques em teclas de um computador qualquer. Por conta disso, investir tempo em relacionamentos se torna extremamente inconveniente porque significa gastar tempo, tempo este de que não dispomos por causa da velocidade das máquinas, máquinas estas que regem nossas contas, nosso trabalho, horários, etc etc. A funcionalidade está em que nossos relacionamentos sejam virtuais, sem a medida da real emoção, sem olhos nos olhos, sem abraços ou aperto de mãos, que seja apenas toques em teclas de computador. E é interessante que, justamente este mundo distanciado de si mesmo, é o que mais precisa da presença influente e relacional da igreja de Cristo. Estamos cercados de pessoas agitadas e hiper aceleradas que estão paulatinamente deixando de ser pensadores para ser apenas um depósito de dados e mais dados, que vão se acumulando e sufocando a alma e a psique humana. Nunca antes o ide e pregai foi tão necessário ser praticado, porque as pessoas já não tem tempo para pensar, sentir, admirar, se relacionar, amar, perdoar, compreender e assim por diante. Não nos medimos mais pelo toque da alma, nos medimos quase que todo o tempo por bytes, mega, giga e terabytes. A Igreja de Jesus ainda é mantida aqui na terra para, não somente conduzir o homem ao conhecimento de Deus e de seu plano salvador, mas também para devolver o ser humano a sua própria humanidade. Não somos máquinas, somos homens, cheios de vida, poesia e da beleza da semelhança divina, e se não fosse a presença da igreja cheia do Espirito Santo, já há muito teríamos nos destruído por completo. Se cumprirmos bem nosso papel com bons despenseiros da graça de Deus, não somente seremos instrumentos para conduzir o homem à salvação eterna oferecida por Jesus Cristo na cruz do calvário, bem como seremos fatores de influencia positiva para melhores políticos, melhores líderes, melhores profissionais e pais de família, enfim melhores humanos.
quinta-feira, 28 de junho de 2012
O medo age no sentido de nos manter seguros. Contudo, para bem aproveitar as oportunidades que surgem, sempre haverá a necessidade de assumir os riscos. Sendo assim, superar o medo e assumir a possibilidade de fracassar faz parte do caminho do sucesso. Ser corajoso não é não sentir medo, mas sim, superá-lo a cada confrontamento, focar em um objetivo e caminhar em direção a ele perseverantemente.
terça-feira, 24 de abril de 2012
A mulher de Jó e a palavra de maldição
Em Jó 2: 8 e 9, vemos a mulher de Jó manifestando-se de forma negativa ao dizer ao esposo que "amaldiçoasse" a Deus e morresse. Contudo, surge aqui uma questão: ela disse a Jó que amaldiçoasse a Deus ou disse de forma irônica que o abençoasse? A questão surge porque nos originais hebraicos o texto traz a seguinte frase: ט ותאמר לו אשתו עדך מחזיק בתמתך ברך אלהים ומת (leia-se da direita para a esquerda) Jó 2:9 que traduzido é: "Então sua mulher lhe disse: Ainda reténs a tua sinceridade? Amaldiçoa a Deus, e morre" . O grifo em vermelho traz o seguinte Barak Elohim, ou seja, abençoa a Deus, isto porque a palavra barak significa abençoar. Então dai a pergunta, a mulher disse que amaldiçoasse ou foi irônica? Na verdade o que acontece aqui é um eufemismo, porque os escribas judeus se recusavam a colocar a palavra maldição ao lado do nome de Deus, (as palavras grifadas em vermelho), por conta disso, usaram a palavra abençoar de forma eufemística. O mesmo ocorre no texto de I Reis 21: 10 a 13, quando Nabote é acusado de blasfemar contra Deus. O texto diz "Barak Nabot Elohim", claramente um eufemismo porque Nabote não seria morto por estar proferindo palavra de benção "contra" Deus. Concluindo, a mulher de fato disse para amaldiçoar, mas o escritor do livro usou de uma ferramenta literária para não desrespeitar o nome divino colocando-o lado a lado com uma palavra de ordem absolutamente negativa.
domingo, 26 de fevereiro de 2012
PHOBOS
Lendo a bíblia em I Pe 5:17 tive minha atenção chamada para o que diz o texto no final do versículo, "Andai em temor durante o tempo da vossa peregrinação". Depois ao comparar o versículo citado com o texto de Filipenses 2:12, observei que Paulo compartilhava do mesmo pensamento apresentado por Pedro; e se somarmos a isto Provérbios 9:10, "o Temor do Senhor é o princípio da sabedoria", teremos que considerar que o temor a Deus deve ser o ponto de partida para qualquer atitude como cristão, seja no exercício do ministério e nas exigências pertinentes à nossa chamada, seja no dia a dia nas relações naturais e sociais. Antes de continuar é importante que se frise que a palavra temor nos originais é "phobos" (gr - φόβῳ) que traz a idéia de pavor, medo, terror e esta palavra era usada também para denotar a reverencia que a mulher deveria ter pelo esposo. Nesse ponto alguém poderia até perguntar: "mas então nós devemos ter medo de Deus?" ao que respondo: de maneira nenhuma! porque não é o que a bíblia nos aconselha, não devemos ter medo de Deus, mas medo, pavor, terror de entristece-lo. Quem opera sua salvação com temor e tremor, busca incessantemente não ferir o coração do pai celestial, procurando sempre a orientação para qualquer decisão e atitude segundo os parâmetros bíblicos. E é aqui que podemos avaliar a nós mesmos se somos realmente tementes, isso porque, quem realmente teme a Deus, procura caminhar segundo a bíblia durante todo o tempo. "lâmpada para os meus pés e luz para os meus caminhos é a tua palavra" Sl 119:105. Veja o que diz a bíblia em Provérbios 13:13 - "O que despreza a palavra perecerá, mas o que teme o mandamento será galardoado."
ou ainda Provérbios 28:09 - "O que desvia os seus ouvidos de ouvir a lei, até a sua oração será abominável". A característica de um crente que verdadeiramente teme a Deus é manifesta justamente no amor e reverencia que demonstra para com a Palavra de Deus, e principalmente o cuidado que apresenta em se deixar dirigir pelos ensinos bíblicos em tudo o que faz. Alguém pode pregar bem, cantar maravilhosamente bem, dirigir cultos com maestria, ofertar com liberalidade e assim por diante, mas se tudo isso não for movido pelo temor a Deus, será apenas como uma lata vazia, apenas barulho, apenas foguetório; Se o que nos motiva não é o amor a Deus e a incrível necessidade de agradá-lo em tudo, estaremos perdendo boa parte de nosso tempo, isso se não estivermos perdendo muito mais que isso. Então clamarão a mim, mas eu não responderei; de madrugada me buscarão, porém não me acharão. Porquanto odiaram o conhecimento; e não preferiram o temor do SENHOR: Provérbios 1:28 e 29. Te convido querido leitor a olhar para dentro de si mesmo e observar se suas decisões e escolhas tem sido orientadas pela palavra sagrada, ou se tudo o que voce tem feito tem sido pautado em sentimentos e principios meramente humanos, como o rancor, a tristeza, a inveja, a falta de perdão, desejo de vingança, avareza, carnalidades e assim por diante. Temamos a Deus e vivamos Nele e para Ele. Amém.
grande abraço a todos.
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quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012
HAJA LUZ
Considerando-se
a possibilidade de entre o versículo um e dois de Genesis 1 haver toda uma
história não relatada pela bíblia, temos que colocar em foco o fato de que
cientificamente o planeta terra é muito mais velho que o tempo decorrido desde Genesis
1:2. Mas é justamente aqui que está a questão. A ciência diz que o planeta
terra com uma idade que atinge a 4,6 bilhões de
anos, enquanto os fósseis mais antigos já encontrados datam de 3,7 milhões de
anos, e de Genesis 1:2 até nós temos em
torno de seis mil anos de história. Quero compartilhar com quem ler este texto
o seguinte pensamento: No versículo primeiro Deus criou os céus e a terra, aqui
como dizem alguns eruditos, trata-se da terra original, pensamento com o qual compartilho, e esta
terra original existiu durante muito tempo até que acontecesse o versículo
dois, “era ou estava sem forma e vazia”. Uma vez que o profeta Isaias disse em
seu livro que Deus a formou e a
fez, e a estabeleceu, não a criou vazia,
mas a formou para que fosse habitada (45:18), somos conduzidos a considerar que
de fato há entre os dois primeiros versículos do capitulo 1 de Genesis um tempo
Geológico a ser considerado; e para
fortalecer essa hipótese, observe que apenas no versículo cinco os dias começam
a ser enumerados. Sabemos que homens e dinossauros não coexistiram, isso apenas
acontece nos filmes, mas dentro da história os grandes répteis aparecem em uma
idade geológica anterior as descritas por Genesis. Considera-se cientificamente
que houve uma catástrofe natural de grandíssimas proporções como por exemplo a
queda de um meteoro que tenha colocado fim a vida no planeta. Pensemos no
seguinte: o que aconteceria se um meteoro 10 quilômetros de diâmetro atingisse
a terra? De acordo com diversos estudos, o asteróide que caiu em Iucatã no
México tinha mais de 10 quilômetros de diâmetro (abrindo uma cratera de 170 km)
e o impacto dele com a Terra liberou energia equivalente a da
explosão de cinco bilhões de bombas atômicas como as usadas sobre Hiroshima e Nagasaki em 1945 (o
que corresponde a cerca de 100 mil gigatons de TNT). Um
impacto dessas dimensões teria erguido poeira e terra suficientes para tapar a luz do Sol durante
anos, matando assim a maior parte das espécies vegetais que necessitavam fazer fotossíntese para viver. Sem os vegetais os dinossauros herbívoros acabaram
morrendo de fome e, sem esses, os dinossauros carnívoros morreram também. Essa reação em cadeia teria
causado a extinção total dos dinossauros. Contudo, o que quero aqui não
é colocar em discussão a questão dos dinossauros e sim considerar que a terra
original tenha sido atingida por tal meteoro ou asteróide e tenha sido coberta
por grossa cortina de terra e detritos que a deixaram sem “forma e vazia”.
Depois de todo o planeta ter sido tratado pelo Espírito Santo (versículo 2) para receber a obra da criação
registrada em Genesis 1, O Criador diz “haja luz”, ou seja, depois de anos e
anos sem nenhuma luz do sol, o planeta finalmente recebe luz (os raios solares
atravessam a nuvem de poeira), que por sua vez trouxe o calor que então começa
a derreter tudo o que estava congelado e ai acontece o que esta relatado nos versículos
três e quatro, ocorre a expansão no meio das águas, sendo que houve águas que
permaneceram debaixo da expansão e águas que ficaram acima da expansão
(resultado da evaporação?) Observe que depois o Senhor diz ‘ajuntem-se as águas
debaixo dos céus num lugar e apareça a porção seca, diz porção e não porções
(Pangéia?) Continuando o pensamento vemos o surgimento da vida vegetal na terra
no terceiro dia (afinal temos luz e água), e no quarto dia o Senhor diz Haja
Luminares, o que pode indicar que o planeta que havia sido envolto em densas
trevas por conta da poeira resultante do impacto já citado, agora por conta da
evaporação das águas e renovo da vida vegetal (absorvendo gases), o céu estaria
limpo o suficiente para que os luminares fossem divisados perfeitamente por quem
Deus colocaria sobre a terra. Não quero explicar coisas espirituais com ciência
humana, quero apenas levar a quem isso leia a pensar no assunto e quem sabe ter
algo mais a dizer para que tenhamos respostas plausíveis a quem nos indaga a
respeito deste assunto e não considerações teologicas cheias de misticismo e
apontamentos que não dizem nem edificam em nada. Talvez o melhor caminho seja
simplesmente ver o que está mostrado nas circunstancias e fatos bíblicos sem “teologizar”
demais.
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