Não é incomum ouvirmos no exercício do
pastorado pessoas reclamando de seus familiares; esposas reclamam dos esposos,
e vice versa, filhos reclamam dos pais e
vice versa, irmão e irmãos se rejeitando e assim por diante, contudo, um dia
ouvi a voz do Espírito Santo me dizendo as seguintes palavras: “Se o teu
coração estiver limpo, nada poderá te afetar realmente!!!”, fui procurar no
texto bíblico algum versículo que confirmasse a voz em meus pensamentos e
consciência, e o Espírito Santo trouxe a lúme o texto de Tito 1:15 que
diz: “Todas as coisas são puras para os
puros, mas nada é puro para os contaminados e infiéis; antes o seu entendimento
e consciência estão contaminados”. Grande parte dos problemas que vivemos não
está nas pessoas que culpamos, mas esta nas coisas que guardamos em nossos
corações! Veja ainda o que a bíblia diz em Mateus 12:35 – “O homem bom do bom tesouro do seu coração
tira coisas boas, mas o homem mau do mau tesouro tira coisas más”. Neste
exato instante alguém poderia querer me interpelar e dizer o seguinte: Pastor
eu não sou mau ou má, apenas tenho coisas não tão boas em meu coração!!!
Mas veja só a gravidade da revelação contida neste texto bíblico, coisas ruins
só saem de tesouros ruins guardados em pessoas ruins, por outro lado, coisas
boas só saem de tesouros bons armazenados em pessoas boas. E se nos lembrarmos
também de que Jesus disse que a boca fala daquilo que o coração está cheio 12:34,
temos que concluir por imposição teológica que não é o homem quem define o
coração mas sim o coração que define o homem, ou seja, se no teu coração as
coisas não estão bem, veja que é como o seu coração está que vai definir quem
você é de verdade. Do coração procedem as saídas da vida, automaticamente se o
coração estiver contaminado tudo o mais se contamina e é estragado. Quanta
falta de perdão, quantos ressentimentos guardados, mágoas e iras acumuladas,
pecados não confessados, mentiras, dissimulações,invejas, porfias e tantas
outras coisas mais aninhadas dentro de nosso ser e ainda acreditamos piamente
que estamos bem a ponto de querer parecer aquilo que na verdade estamos longe
de ser. A palavra de Jesus neste tão glorioso sermão é que os limpos de coração
verão a Deus! Olha só que revelação tremenda temos aqui, um coração vazio das
obras da carne e cheio com o amor de Deus nos tornam aptos a ver a Deus, e isso
desde este momento, pois João escrevendo sobre o amor de Deus disse o seguinte:
“se alguém disser que ama a Deus e odeia
(coisas más do mau tesouro) a seu irmão, é mentiroso. Pois quem não ama a seu
irmão, ao qual viu, como pode amar a Deus, a quem não viu? ” Por não dispor
de mais espaço aqui preciso concluir esse pensamento, contudo, quero antes
chamar a sua atenção para o história da derrocada espiritual e ministerial de
um homem conhecido entre os de sua época como “a boca de Deus”! Esse home era
conselheiro na corte de Davi, e era o seu nome Aitofel. Mas o fim da história
desse homem tão respeitado termina com uma participação em uma rebelião e em
suicídio! Por que? Aitofel não foi capaz de perdoar o erro de Davi ao seduzir
sua neta Bete-Seba e ainda mais ordenar a indução de Urias à morte certa diante
dos flecheiros. Ele poderia ser o melhor conselheiro, ter a direção de Deus
para dar os melhores conselhos e
orientações, mas no dia que ele escolheu guardar uma mágoa e depois
ressentir-se pela ofensa de Davi, o seu coração se tornando mau fez dele um homem
mau que terminou muito mal. Não se esqueçamos de que o querubim ungido fora
criado por Deus e fora feito perfeito até no dia que nele se achou iniquidade
sexta-feira, 15 de abril de 2016
sábado, 9 de abril de 2016
A barba voltará a crescer!
I
Cronicas 19/IISm 10
Ao saber da morte da
Naás, rei dos Amonitas, Davi nomeia uma comissão com alguns de seus estadistas
para ir até Hanum em Amon, realizar um
trabalho de cortesia política. Se andamos na presença
do Rei e da maneira certa, chegará o momento da honra, sempre haverá pessoas
certas para momentos específicos. E você será uma delas!! Me levo a
imaginar o tamanho da alegria dos membros da comitiva nomeada por Davi, ao
ouvirem seus nomes sendo citados pelo rei, para fazerem uma viagem
internacional em representação ao seu líder em um momento de importância histórica
e política para os Amonitas. Embaixadores do rei, isso é o que eles eram e com
certeza esperavam as honrarias da diplomacia, contudo, tudo o que eles receberam
foi humilhação e vergonh. Pois Hanum sob influencia de seus conselheiros decide
humilhar os mensageiros de Davi. Antes de continuar observe o seguinte,
porque os conselheiros de Hanum sabendo da amizade de Davi como Naás,
aconselharam seu rei a desconfiar da atitude do rei Israelita? Que razões eles
tinham para isso, sabendo da qualidade moral e política de Davi? A resposta
esta no histórico de atitudes bélicas de seu povo através de seus antecessores,
a bíblia diz que Naás (alguns afirmam ser o mesmo Naás dos tempos de Saul,
outros que seria o avô de Hanum), investiu
várias vezes contra os territórios de Israel e em I Samuel 11:1 a bíblia relata
a investida contra Jabes Gileade na qual
Naás exigiu, para que houvesse paz, que os homens daquela região vazassem o
olho direito e se sujeitassem a serem seus servos. Um manuscrito do mar morto
conhecido como 4QSAMª insere antes da referencia acima citada uma informação,
com a qual concorda Josefo, de que Naás havia oprimido severamente os filhos de
Gade e os filhos de Rubem, aos quais ele teria furado o olho direito de todo
homem, lançando grande terror sobre o povo. Dessa sorte não teria escapado
ninguém, a não ser sete mil homens que
haviam fugido e entrado em Jabes Gileade. A verdade é que com um histórico
desses e olhando, não para a beneficência de Davi, mas sim sua belicosidade,
facilmente qualquer diplomata desconfiaria das reais intenções de um rei
segundo como o era o poderoso Davi. Mas é justamente nisso que esta uma grande
verdade para nossa consideração; Pessoas que tem do que
se envergonhar não respeitarão seu ministério, sua unção, sua história, sua
alegria, etc. Os Amonitas tinham em seu currículo atrocidades terríveis e
agora desconfiariam com certeza das intenções de Davi, pois sua própria insegurança
não os permitiria discernir com clareza, ainda que o relacionamento de Davi com
Naás houvesse sido bom, eles agora não tinham condições de compreender os
caminhos pelos quais Deus inclinara o coração de seu servo.
A estratégia
do inimigo é causar-nos a desonra! Muitas e muitas
vezes somos surpreendidos pelos revezes da vida e pela ingratidão e
incompreensão das pessoas, contudo, a palavra de Deus ainda é que no lugar da
vergonha haverá dupla honra. Bem vamos continuar! Hanum poderia simplesmente
ter interrogado os mensageiros de Davi, contudo, justamente por também estar
influenciado pelo histórico criminoso de seu povo, preferiu enviar uma mensagem
de volta a Davi, humilhando seus servos, cortando-lhes as vestes até as nádegas
e suas barbas também pela metade, infligindo-lhes imensa desonra e os expondo
ao publico e assim dando fim às relações de amizade entre as duas nações.
Mil talentos de
prata. O inimigo investe pesado para causar a ruína dos
servos de Deus. Vemos que o investimento dos Amonitas foi altíssimo pois
a bíblia nos diz que em outro momento um rei chamado Amazias contratou 100.000
homens com 100 talentos de prata. Um talento de prata possui em torno de 35
kgr, se fizermos as contas então mil talentos corresponde a 35 toneladas ou
trinta e cinco mil kgr aproximadamente. É muita coisa realmente para se
alcançar o objetivo de destruir a quem Deus estabeleceu. Não pensemos nós que o
inferno joga na “sorte” pra ver se nos derruba, de jeito nenhum!!! Há planejamento
e investimento pesado para se juntar forças suficientes para ver a mim e a você
lançados na lama.
A notícia
da humilhação chega até o Rei. A bíblia não nos relata de que
maneira ou quem tenha feito com que a noticia chegasse até Davi, mas a verdade
é que a notícia chegou à coorte e o Rei se levantou para agir. O Espírito Santo
foi detalhista em ocultar a maneira e a pessoa que fez com que a noticia
chegasse ao rei justamente porque é isso mesmo que Ele que revelar nesta
história para nós. Deus em sua onisciência estará sabendo de tudo em tempo real
e mais que isso, Ele mesmo estará sentindo o que sentimos também em tempo real.
O interessante é que Deus não nos impede de irmos de encontro a certas
situações vexatórias, porque em nós ele mostrará o seu poder em primeiro lugar a
nós mesmos e depois a todos os demais. Deus esta no controle e sabe exatamente
o que esta fazendo. E mais, contamos com a ajuda e intercessão do Espírito
Santo, o qual intercede por nós diante de Deus com gemidos inexprimíveis. Deus
sabe sim o que acontece em sua alma e espírito exatamente agora!
Há um tempo
determinado para estar em Jericó. Davi ordenou aos seus
delegados que ficassem em Jericó “até que a barba crescesse novamente”. Davi
não disse até que fossem vingados, até que seus inimigos morressem ou coisa assim,
mas até que o símbolo da masculinidade, dignidade e honra lhes fosse
restabelecida naturalmente. Era preciso aguardar
durante o tempo do crescimento natural da barba. Enquanto eles esperavam,
Davi e seu exército cuidavam dos inimigos. “Parai, estai quietos e vede o
livramento do Senhor” Ex 14:13. O problema é que quando somos desonrados,
queremos a todo custo e de todas as formas possíveis e imagináveis reaver nossa
honra de imediato enquanto nos vingamos de nossos adversários, contudo, o plano
de Deus é que fiquemos em Jericó, bem perto de Jerusalém (24 Km), mas fiquemos em paz e em silencio até que a barba volte a crêscer,
ou seja, até que nosso rosto seja visto diante dos demais com a mesma formosura
que havia antes da desonra. Jericó não é Jerusalém, onde esta a coorte o Rei e
tudo mais, entretanto, em Jericó nos teremos um tempo a sós conosco mesmos
enquanto revemos nossos conceitos e absorvemos as lições de Deus para nós. Antes de estarmos na posição de honra que Deus projetou em
seus planos, sempre haverá um período em que tudo parecerá parado, durante este
tempo é necessária a perseverança e a confiança em Deus. Mas a barba vai
voltar a crescer!!!
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II Samuel 10. barba
quarta-feira, 30 de março de 2016
HUMILHAR-SE É COISA PARA INTELIGENTES
Suportar a humilhação - Mateus 5:
39 a 42 - A palavra “humilhar” no grego tapeino significa “abaixar”, quando alguém se humilha está se
abaixando, poderíamos conjecturar uma série de verdades aqui, mas prefiro enfocar
apenas um ponto, quando nos abaixamos nos nivelamos na altura da dependência de
Deus, ao contrário de quando nos exaltamos, por que quando isso fazemos, nos
nivelamos nas pessoas, no raciocínio humano, na força e na glória humanas e ai
não servimos para os propósitos de Deus. Abaixar-se significa se colocar sob a
possibilidade de ser sobrepujado, carregado com cargas ( como os animais se
curvavam para receber cargas), açoitados, desprezados e assim por diante, mas
para sermos promotores da paz precisamos aprender a humilhação. Ao olharmos
para o texto de Mateus, vemos três orientações dadas por Jesus: 1ª
oferecer a outra face, 2ª largar também a capa, 3ª caminhar uma milha a mais.
Em todas estas orientações somente o humilde, prevalece, mas observe que em
todas as situações o resultado é a construção da paz. Mas vamos ponto a ponto! A
humilhação é atitude inteligente para pessoas inteligentes! Observe que Jesus
disse se alguém lhe bater na face direita! Preste atenção em algo importante;
considerando que a maioria esmagadora das pessoas são destras, temos que notar
que para que um destro atinja a face direita de alguém, isso só será possível
de duas formas: Primeira, atingir a pessoa por traz com a palma direita, ou estando
de frente, atingir a pessoa com as costas da mão direita. E é justamente aqui
que as coisas ficam interessantes porque atingir o rosto de alguém com as
costas da mão direita era uma atitude que significava total desprezo pela
pessoa ferida, isso denotava uma diferença social entre o agressor e o
agredido, uma vez que somente escravos eram castigados assim. Somente os filhos
é que seriam castigados tendo a palma da mão direita do pai ou mãe tocando seu
rosto. Jesus ensina aqui que quando alguém nos humilha, oferecendo a outra
face, a pessoa tem que usar a palma da mão e nãos as costas, nos elevando ao
status de filho. O humilhar-se deve ser feito com propósito fundamentado na fé.
Em
segundo. Se alguém quiser pleitear contigo, a nova versão internacional
(NVI) diz: se alguém quiser processá-lo e tirar sua túnica, larga-lhe também a
capa. Ora é claro que em processos jurídicos por conta de dividas acumuladas as
pessoas poderiam ter tudo tirado deles, até os filhos e por fim a própria
liberdade, contudo, quando Jesus fala de tirar a túnica estava fazendo menção
ao fundo do poço absoluto onde só o que nos resta é a vestimenta, a qual não se tirava de uma pessoa a não ser como despojo de guerra, mas para isso a
pessoa normalmente ou estaria morta ou reduzida à condição de escravo. A capa
por sua vez entre os judeus era uma peça absolutamente especial em sua
indumentária, porque funcionava como uma identidade do proprietário, era algo
que o identificava e posicionava dentro de um contexto social. Por esta mesma
razão Acã não vigiou e desobedeceu a ordem de Deus na destruição de Jericó,
pois ao ver uma “boa capa babilônica”, não conseguiu abrir mão da
“possibilidade” de ser mais bem visto em meio a seu povo. Mas possibilidades
sem obediência geram tragédias. Além disso a capa tinha valor utilitário pois
era usada como cobertura durante a noite e proteção contra o frio. O texto de
levítico 22 vs 26 e 27 diz o seguinte: Se
tomares em penhor a roupa do teu próximo, lho restituirás até o por do sol,
porque aquela é a sua cobertura e o vestido da sua pele; em que se deitaria?
Será pois que quando clamar a mim, eu a ouvirei, porque sou misericordioso. Jesus
estava nos ensinando o caminho da vitória através da humilhação da seguinte
maneira, se humilhe deixe que levem também sua capa, mas quando você clamar a
Deus e ele ver durante a noite sua túnica e sua capa nas mãos do opressor, ele
vai responder a você porque é misericordioso.... Mas imagine qual será a
resposta de Deus para quem retém aquilo que não lhe pertence, que retém aquilo
que pela própria determinação de Deus
tem que ser devolvido antes do por do sol? Em
terceiro, se alguém lhe obrigar a
caminhar uma milha, vai com ele duas. Era comum nos tempos de Jesus, os
soldados romanos ao irem de um lugar a outro, obrigar transeuntes próximos a
carregarem sua bagagem por mil passos (1,5 Km), e é claro que um povo subjugado
pelo poder dos romanos não o faria com nenhuma alegria, mas Jesus abordando
esta questão convida seus discípulos a surpreenderem seus algozes e transformar
uma situação através da humildade. Vai com ele duas, ou seja mais mil passos.
Contudo, a surpresa geraria no soldado romano uma quebra de suas emoções e
aquele que na primeira milha lhe fora apenas um serviçal, na segunda milha lhe seria
um amigo. Na primeira milha alguém com uma obrigação, mas na segunda milha por
causa da humilhação, o humilhado seria a obrigação do soldado, ou seja, o
soldado já o veria não como alguém a cumprir sua vontade, mas alguém que
mereceria sua proteção. A humilhação aparentemente nos rebaixa, mas na verdade estando
debaixo das potentes mãos de Deus ao nos abaixarmos pela humilhação, ficamos na
posição exata para que o Senhor nos coloque sobre suas mãos e nos eleve a alturas inimagináveis. E todas as
vezes que assim procedemos produzimos paz ao nosso redor e entre os que se
relacionam conosco.
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terça-feira, 22 de março de 2016
Vale a pena continuar caminhando
A dor tem sido tão intensa que as vezes doe até no respirar! Ah sim claro!!! Tudo o que o homem semear certamente ele colherá! Contudo, o que muitos esquecem é que além do que semeamos a terra sempre produz o que a bíblia chama de "novidade". E justamente as novidades que nossa terra tem produzido é que nos tem causado um árduo desconforto. Desamor, desrespeito, desprezo, desconsiderações e humilhações diversas, zombarias, pessoas que se prestam a falar coisas no intuito de nos desconstruir diante das pessoas que nos são caras e daquelas que amamos. Entretanto, tenho aprendido com a palavra bíblica que o caminho que temos que caminhar até chegar a ser alvo da intima compaixão de um Mestre amoroso, não é um caminho fácil, não existem regalias, todo o trajeto tem que ser vivido metro a metro, e nossos pés sempre tocando o chão. Os passos precisam ser constantes, ininterruptos, sempre em direção a um alvo específico. A questão é que durante a caminhada os pés se machucam, sobrevém as dores, vem a fome, que aqui traduzo pela carência do afeto humano, o cansaço que nos instiga a desistir, mas as experiências que nos trarão o saciar da alma só acontecerão quando chegarmos onde Deus deseja que cheguemos. O sofrimento é em demasiado doloroso, mas não adianta voltar, não adiante mudar, não adianta improvisar ou buscar meios para sentir alivio, pois ainda que isso aconteça não perdura e o resultado pode ser ainda mais e mais funesto, e quase sempre é assim que é! Durante o percurso tudo o que nos resta é caminhar e caminhar, suportar a dor, suportar a cruz, vencer paulatinamente todos os obstáculos, sobrepujar as pedras e espinhos espalhados pela trajetória. No mundo tereis aflições!!! Jesus disse isso. e é uma grande verdade. Mas me apego na esperança de que todas as coisas contribuem para o bem dos que amam a Deus. Não sei o que esse caminho nos reserva mais a frente, e confesso que as expectativas não são boas, mas não me atenho a expectativas, me atenho a Fé e por ela eu sei que tudo o que temos vivido, nada mais é do que a própria mão de Deus criando o ambiente perfeito para o milagre que haveremos de vivenciar. Em nome de Jesus alcançaremos o objetivo e acertaremos o alvo. Lá nos sentaremos à relva, desfrutaremos da comunhão, e receberemos das mãos do nosso Senhor, o alimento que nos trará o saciar da alma. Nosso caminho de ida pode ser doloroso, mas para o trajeto de volta estaremos abastecidos com as reservas de Deus, e com a experiência vivida do agir do Criador. Voltaremos curados e saciados porque só o Senhor é Deus!!! O choro pode durar uma noite, mas a alegria vem pela manhã.
domingo, 3 de janeiro de 2016
Não desista
Não desista!
Continue lutando!
Ainda que tudo ao seu redor diga que não vale a pena insistir, insista!
A vida é uma oportunidade e mais que isso uma dádiva divina,
não vale a pena gastar o tempo que recebemos com coisas e pensamentos que destruam;
use tudo que voce tem para construir sempre, perdoar sempre, amar sempre; esqueça as razões das feridas,
orgulhe-se das cicatrizes, elas são testemunhas de que você enfrentou algo terrivel mas superou o obstaculo.
estamos sendo preparados para algo maior e permanente aqui, e na eternidade.
ouvi uma vez que: "não há mal que dure para sempre e não há bem que nunca chegue"
é bem verdade que o sistema que nos envolve mina a nossa fé nas pessoas porque esse mesmo
sistema corrompe as pessoas e deteriora os valores que aprendemos a guardar, contudo,
nossa parte dentro de tudo isso, é exercer influência que modifique, se não o sistema, pelo menos as pessoas!!! Pessoas diferentes influenciam mudanças em todo sistema
se sua dor ao ser superada servir a pelo menos o bem de uma pessoa, e te garanto que servirá a bem mais pessoas que vc imagina, seu objetivo enquanto ser vivente terá sido alcançado .
Vamos adiante, voce não está só!
Continue lutando!
Ainda que tudo ao seu redor diga que não vale a pena insistir, insista!
A vida é uma oportunidade e mais que isso uma dádiva divina,
não vale a pena gastar o tempo que recebemos com coisas e pensamentos que destruam;
use tudo que voce tem para construir sempre, perdoar sempre, amar sempre; esqueça as razões das feridas,
orgulhe-se das cicatrizes, elas são testemunhas de que você enfrentou algo terrivel mas superou o obstaculo.
estamos sendo preparados para algo maior e permanente aqui, e na eternidade.
ouvi uma vez que: "não há mal que dure para sempre e não há bem que nunca chegue"
é bem verdade que o sistema que nos envolve mina a nossa fé nas pessoas porque esse mesmo
sistema corrompe as pessoas e deteriora os valores que aprendemos a guardar, contudo,
nossa parte dentro de tudo isso, é exercer influência que modifique, se não o sistema, pelo menos as pessoas!!! Pessoas diferentes influenciam mudanças em todo sistema
se sua dor ao ser superada servir a pelo menos o bem de uma pessoa, e te garanto que servirá a bem mais pessoas que vc imagina, seu objetivo enquanto ser vivente terá sido alcançado .
Vamos adiante, voce não está só!
domingo, 15 de março de 2015
PRAXIS
Em
Mateus 5:44 a bíblia registra a famosa frase dita por Jesus: “amai vossos
inimigos”, e por conta disso surge uma pergunta nem sempre considerada por nós
cristãos: Como se faz para amar um inimigo? Parece simples responder a isso,
contudo, não há nada de simples nessa questão se não entendermos o ensinamento
contido nessa expressão bíblica. Se tentarmos obedecer a tal mandamento a
partir da ótica natural e humana já ficamos totalmente bloqueados desde o
início, isto porque, a ótica natural e humana como já disse antes, se foca no
sentimento, nas emoções, e sendo assim facilmente podemos concluir que mesmo o
mais fervoroso cristão tem sérias dificuldades para sentir coisas boas em
relação às pessoas que lhe causam qualquer tipo de prejuízo emocional. Contudo,
a ótica divina fundamenta todas as coisas no principio da fé, e fé não é
emoção, fé é atitude, é decisão racional. Quando Jesus ministra tal
ensinamento, Ele não estava dizendo que sentíssemos algo impossível a qualquer
natural ainda que espiritual, mas que fundamentados na fé exercitássemos práxis, ou seja, prática.
Como assim? O principio é o seguinte, quando agimos pela fé , ainda que não sintamos
algo positivo, o constante exercício nos levará a sentir; então agir como se já
sentisse nos conduz a sentir, e isto esta totalmente de acordo com a fé, isto
porque, a fé primeiro crê (atitude) somente
depois permite a emoção. É totalmente possível amar um inimigo, quando começamos pela
fé a agir como se já sentíssemos, e então o exercício, a prática pela mesma fé
produzirá em nós um sentimento compatível com a forma com que nos comportamos. Quando
penso sobre isso concluo que toda e qualquer adversidade que surja em nosso
caminho na verdade não passa de preciosa oportunidade concedida pelo próprio Deus
para exercitarmos princípios bíblicos que em momentos de facilidades e regalias
se tornam totalmente improdutivos. Um grande exemplo disso podemos encontrar no
primeiro livro de Samuel no capitulo 22, onde a bíblia relata um momento na
história de Davi em que ele precisa se refugiar em uma caverna. Mas observe o contexto que
envolve toda essa história; Davi era um homem que tinha recebido uma unção com
óleo pelas mãos do profeta Samuel segundo uma ordenação divina e depois de
vencer Golias e se aproximar da coorte, havia também conquistado o coração do
povo sendo respeitado e admirado como um grande guerreiro. Mas havia um rei no
trono, e ao invés de palácio e inúmeras regalias o que veio sobre Davi foi
forte perseguição do ciumento Saul o qual desejava a todo custo a morte do
musico guerreiro. Por conta da perseguição Davi se refugia em uma caverna em
Adulão e lá algumas pessoas começam a aparecer. Antes de falar sobre os quatro
tipos que se apresentaram preciso dizer-lhe que as vezes o agir de Deus parece
estar totalmente na contramão de suas próprias promessas, entretanto, é
justamente ai que entendemos que Deus nos leva ao deserto, à caverna, as prisões ou ao
fundo de oceanos (Jonas) para que nestes lugares e períodos tenhamos a
oportunidade de exercitar pela fé os princípios bíblicos que as vezes pregamos
com tanta euforia. Davi tinha a unção e a promessa divina para reinar sobre
Israel, mas agora ele estava em uma caverna e lá ele recebe em primeiro lugar
seus irmãos e toda a casa de seu pai que desceram “para ter com ele”. Esta
expressão traz consigo uma verdade negligenciada por nós; a família
de Davi estava em perigo por conta do ódio de Saul a Davi, e muito provavelmente esse “ter com
ele” pode significar que seus parentes desceram a ele não para se unir e formar
um exercito, nem demonstrar alegria ou apoio irrestrito, mas sim para confronta-lo por conta de ser ele responsável pelo perigo e consequente medo que se abateu sobre toda a família. Agora, na caverna, fugindo de um rei e sob pressão familiar, mas ainda tinha mais a acontecer. Em seguida veio para se juntar a ele os matsong, aqueles
que estavam em dificuldades, apuro, pressão, aflição, tormento. Que coisa não?
Se fosse um de nós em um momento e situação como essa já estaria se
perguntando: Deus onde esta a sua promessa? O que está acontecendo de errado? Por
que tudo esta desmoronando? Mas a situação ainda ficaria mais grave pois um
outro grupo chegou para se juntar a Davi, os Nasha, que nossos traduções apresentam como endividados, mas o
termo hebraico significa: o que empresta
a juros, credor, isto quer dizer que tais homens em algum momento
desfrutaram de privilégios financeiros dentro da sociedade mas por alguma razão
perderam seu poder financeiro e do topo desceram ao fundo do poço. Sendo assim
seriam pessoas extremamente irritadiças, negativas entre tantos outros adjetivos
pouco estimulantes a quem detém uma promessa de Deus. Mas para concluir, mais um
tipo de pessoas se juntou ao grupo, os quais a bíblia apresenta sob o termo marah, que quer dizer amargurados, que tem amargura. Tantas
são as razões que podem tornar uma pessoa amarga e não é isso que quero
considerar aqui, mas sim a característica em si, pois pessoas amargas tem uma
visão pessimista, negativa e problemática de qualquer coisa que esteja ao redor
deles. Você consegue visualizar o quadro? Pressão
familiar, pessoas problemáticas, credores que se tornaram endividados, e
pessoas cheias de amargura, nada disso parecia combinar com o que Deus havia
prometido. Mas Davi conseguiu desse grupo formar um exército de 400 homens que
se tornaram respeitadíssimos em todo o Israel e dentre estes 37 se tornaram famosíssimos
por atos de bravura sendo então nomeados “os valentes de Davi”. Mas o que quero
reforçar neste pensamento é que Davi poderia ter desistido, pois tudo que ele
conseguiu ajuntar a si foi gente com problemas sérios, entretanto ele aproveitou a
dificuldade para exercitar, praticar os princípios divinos para construir a
base de seu futuro reinado. A bíblia diz que ele se fez “Sar”, chefe sobre eles. Que sejamos capazes de aproveitar as
oportunidades que surgem em nossas vidas para praticar os ensinos bíblicos e
assim crescer na graça e na experiência com Deus. Heróis da fé não são forjados
nas facilidades e no conforto e sim nas lutas e provações que surgem durante o
caminho. Quando tudo estiver difícil pratique a fé e os princípios bíblicos pela fé....afinal, “se
amardes os que vos amam, que galardão tereis?” Mateus 5:46
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práxis
domingo, 22 de fevereiro de 2015
quarta-feira, 13 de agosto de 2014
Cataplexia
Um
dos efeitos do sono sobre o corpo é a cataplexia, que consiste na paralisação
dos músculos do corpo durante a fase REM (rapid eyes moviment), fase esta em
que ocorrem os sonhos mais vívidos. A ciência acredita que esse seja um
mecanismo de defesa do corpo para evitar que a pessoa reaja fisicamente durante
o sono em razão dos sonhos que esteja vivenciando. Uma reação física por conta
de um sonho pode causar lesões uma vez que a pessoa não tem domínio da
realidade por estar envolvida em
absoluto torpor por conta do estado de latência. Quando criamos um paralelo da
realidade físico biológica com a espiritual notamos que crentes que estão
sob efeito do sono estão também com a
musculatura espiritual paralisada, pois não produzem, não reagem, não obedecem,
não perdoam, não se humilham, não se santificam, não buscam a Deus, não são
prudentes e por ai vai. Aqui surge algo
incrível de se considerar que consiste no seguinte, quando o corpo esta por
encerrar o período REM (a ultima fase) e volta ao inicio do ciclo na primeira
fase que é chamada de “transição da vigília para o sono” , é nesse momento que
acontece a tão famigerada paralisia do sono, onde temos a sensação de estar
acordados mas sem domínio motor do próprio corpo, e não é incomum nesses
momentos o dormente ter certeza de que esta acordado a ponto de identificar os
objetos ao seu redor e ver e ouvir as pessoas que por ali estejam, e em casos
mais extremos e aterrorizantes, se tem a
clara sensação de presenças obscuras, sons ininteligíveis, odores estranhos ou
fétidos entre outras coisas assombrosas. Mas e qual a relação de tudo com isso
com os valores espirituais que a Igreja precisa observar? Ora, mas não é
justamente isso que temos visto em nossos templos? Crentes que por razões
diversas se estagnaram, deixaram de ser produtivos e não se multiplicaram mais,
e que ao invés de saírem do ostracismo espiritual conformaram-se com uma vida
de aparências. Pessoas que tem aparência de piedade mas que negam a eficácia da
mesma como diz o texto bíblico em II Timóteo 3:5. O texto de Mateus 25: 1 a 13
apresenta uma parábola que durante muito tempo tem sido alvo de uma exegese
equivocada, uma vez que a maioria dos exegetas querem “interpretar” os
elementos ali presentes e por conta disso acabam por alegorizar os
significados, o que termina por conduzi-los a perder o foco principal
apresentado por Jesus na referida parábola. Não é importante para nós neste
estudo encontrar caminhos hermenêuticos para identificar quem as virgens
tipificam, uma vez vez que não podem representar a Igreja pelo fato do tipo da
Igreja ser a noiva e jamais o cortejo, outro detalhe é que o óleo não foi
compartilhado pelas prudentes com as insensatas é isso parece ir na contramão
do propósito do evangelho da graça, entre outros detalhes, como por exemplo o
óleo ser vendido por alguém que não fazia parte nem do cortejo nem da festa das
bodas e isso também não está de acordo com o papel do Espírito Santo na
dispensação da graça, o qual não pode jamais ser negociado de nenhuma forma;
lembremo-nos aqui da oferta de Simão o mágico quando pensou que a unção de Deus
poderia ser mercadejada e como isso lhe resultou em uma grave repreensão por
parte do Apóstolo Pedro.
Deixando
então todas estas questões hermenêuticas e exegéticas de lado voltemos ao ponto
principal da parábola, prudência, insensatez e vigilância. Iniciemos
então com a palavra prudência registrada nos originais gregos como (φρονιμος
phronimos), que na língua grega significa, inteligente, sábio, atento aos próprios
interesses, prudente. Uma pessoa prudente não negligencia seus próprios
interesses visto que isto redunda sempre em fracasso absoluto. Mas se o
conceito é tão simples, porque então tantas e tantas pessoas se tornam
cataplexicas espirituais se permitindo a
imprudência e deixando de lado de atender as necessidades de suas próprias
almas no que tange a vida eterna? Quando olhamos para a parábola vemos que as
virgens que são classificadas como insensatas, desde o inicio não se
preocuparam em ter um requisito importante, o óleo como combustível para manter
as lâmpadas acesas, ou seja, desde que saíram para o compromisso que tinham, falharam em se prover do que elas mesmas
necessitavam, acreditando no sucesso do improviso, e diga-se de passagem no que
tange aos valores espirituais improvisar não dá bons resultados, é melhor ser
apto em manejar bem a palavra da verdade em todo tempo e em todas as
circunstâncias. A prudência é uma necessidade tão vital que Jesus a recomendou
aos discípulos fazendo uso de uma expressão totalmente surpreendente quando
diz: “sejam simples como as pombas e prudentes como as serpentes” (Mt 10:16).
Talvez a principal característica da cataplexia narcolepsica seja fazer com que
subitamente o individuo não possa atender as necessidades mais vitais para a
manutenção de sua própria vida, pois quando sofre um ataque durante o dia,
esteja fazendo o que estiver, a pessoa perde os sentidos caindo em sono
profundo tendo todos seus músculos paralisados pelo cérebro e assim se expondo
a perigos imediatos. Imprudência no que diz respeito aos parâmetros bíblicos
para a salvação significa absoluta perca dos sentidos, espiritualmente falando,
porque uma eternidade toda separado de Deus é um preço alto demais para que
alguém pague por viver dissolutamente sem atentar para a vontade de Deus.
Condenar-se a si mesmo a ser mais um nome para a segunda morte não me parece
jamais ser uma boa idéia . Vamos então a próxima palavra abordada no texto em
questão que é a insensatez. No texto grego o escritor Mateus usou a a
palavra (μωρος moros), que significa néscio,
tolo, ímpio, incrédulo. Recordo das palavras de Jesus a Tomé em João 20:27: “não
sejas incrédulo mas crente”, e ainda um outro texto registrado em Romanos
14:22 “bem aventurado aquele que não se reprova naquilo que aprova”. O
que me chama a atenção é que nestes ultimas dias da igreja na terra o que temos
visto é que a fé pura e eficaz recomendada pela bíblia está sendo substituída
por uma incredulidade absurda disfarçada de credulidade culta. O que quero
dizer com isso? Veja novamente a parábola das 10 virgens; cinco delas ao saírem para o compromisso que
poderia durar horas ou dias, ainda que não soubessem como seria, saíram
despreparadas “crendo” que tudo daria certo, que o óleo combustível nas
lâmpadas era suficiente, que poderiam emprestar de alguém, e assim por diante.
Contudo, justamente essa incredulidade na necessidade de ser prudente fez com
que elas cressem que poderiam resolver caso algo desse errado. Temos
vivido um tempo em que por conta da grande sonolência espiritual que se abateu
sobre nós, muitos dentro de nossos templos já não possuem temor, não se
santificam, não vivem o que pregam, não praticam justiça, não são hábeis no
ágape divino, etc, por não acreditarem
mais nos limites antigos, os quais a bíblia nos recomenda a não remover, por
acreditarem por outro lado que estão no controle da situação, que tudo dará
certo no fim das contas, mas assim como alguém que sofre de narcolepsia, tais
cristãos estão em perigo pois seus corpos espirituais estão em queda livre por
conta da cataplexia espiritual. Alguém que sofre medicinalmente deste mal
precisa de acompanhamento médico, mas com respeito aos enfermos espirituais o
que se precisa é clamar a Deus confessando sua condição miserável e contar com
a cura divina que prontamente vem para o que se humilha diante de Deus e se
propõe a estar desperto diante das verdades salvíficas reveladas nas páginas da
bíblia sagrada. A última palavra que quero considerar nesta meditação é “vigiai”. No texto bíblico de Mateus
25 a palavra original é (γρηγορεω gregoreuo), que significa,
assistir, dar estrita atenção a, ser cauteloso, ativo, tomar cuidado para que ,
por causa da negligência e indolência, nenhuma calamidade destrutiva
repentinamente surpreenda alguém. Caro aluno, observe bem, que o texto bíblico que estamos
estudando neste ultimo capitulo, diz que todas as virgens tosquenejaram,
ou seja, cochilaram, e todas elas adormeceram e ao ouvir a voz do noivo todas
despertaram e prepararam as suas lâmpadas, que neste contexto quer dizer
ornamentar. Contudo, apenas as cinco prudentes foram vigilantes a ponto de
carregar peso extra levando além das lâmpadas, uma outra vasilha com óleo de
reserva. A vigilância em ser prudente fez com que elas carregassem algo a mais
para sua segurança e sucesso enquanto que a insensatez fez com que as outras carregassem
menos peso e por conseguinte menos recursos. Interessante relembrar que a
palavra grega para dormir no texto de Efésios 5:14, significa também “estar
indiferente à própria salvação”, as néscias foram indiferentes às suas próprias
necessidades. Outro detalhe é que alguém paralisado pelo sono da morte
espiritual acostumar-se-á com a companhia de “nekros”, que são aqueles
que estão destituídos de vida, mortos, cadáveres. Indo um pouco mais além quando
olhamos para a tipologia bíblica vemos os coatitas filhos de Levi, com a
responsabilidade de carregar os utensílios do tabernáculo sobre os ombros, o
que não poderia ser revogado sob nenhuma hipótese e quando isso aconteceu nós
podemos conferir o resultado no texto de II Samuel 6:3 a 7 com a rotura que
Deus abriu no incauto Uzá. Nos nossos dias muito do que deveria estar sobre os
ombros está sobre carroças, conduzidas por pessoas bem intencionadas, mas que
não foram designadas por Deus para a realização do trabalho. Quem dorme não
quer peso nenhum sobre si, apenas o conforto do sono. Isso quer dizer que
responsabilidades por amor, santidade, fidelidade, gratidão, perdão,
reconciliação, evangelização, obediência, moralidade cristã e outros, são pesos
insuportáveis a alguns, contudo, a voz do noivo se faz ouvir e o peso a menos
em nossas ferramentas redundarão em vergonha e alienação total. Como já disse
antes, a eternidade é muito tempo para se passar sem rever a face de Deus.
Voltemos à vigilância, sejamos prudentes, pois afinal é hora de despertarmos do
sono.
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sexta-feira, 18 de julho de 2014
6 – A necessidade de se sentir vivo.(Noé depois do dilúvio)
6 –
A necessidade de se sentir vivo.(Noé depois do dilúvio)
O
dilúvio havia acontecido como Deus dissera, e agora depois de todo o processo
enfrentado durante os tempos de construção da arca, depois de toda pressão por
conta da incredulidade do povo e por fim os dias de chuvas incessantes
confinados dentro de uma embarcação cheia de animais tudo voltara ao normal. Ao
normal? Eis aqui a questão, nada estava como era antes, já não havia mais o
burburinho de pessoas tratando de assuntos dos mais diversos ao ar livre nos
pontos públicos dos vilarejos, não havia a alegria das crianças correndo e
produzindo muitos decibéis de puro contentamento, não havia casas, ou mercados,
compra e venda, voz de noivo e novia, trocas de qualquer espécie, apenas um
mundo amplo e de uma maneira singular totalmente silencioso, onde até mesmo a
fauna quase não se percebia, uma vez que dos animais que vieram na arca
salvadora, que já nem eram tantos, dois de cada espécie
(dos animais impuros) e sete pares dos puros, todos eles já se haviam
espalhado pela terra iniciando o processo de reprodução. Todos os dias Noé via
os mesmos rostos, ouvia os mesmos sons, falava das mesmas coisas, e a rotina
traria a tona uma das maiores se não a
maior deficiência de todos nos seres humanos: a perca da nossa plenitude
criacional, herança da escolha do primeiro Adão. Mas como assim plenitude
criacional? Alguém poderia perguntar, ao que respondo da seguinte maneira. Quando
Deus criou o homem segundo sua imagem e semelhança, o criador nos fez plenos,
ou seja, 100% homem e 100% mulher. Contudo, não falo aqui de termos eróticos ou
pré-conceituais, o que quero dizer, é que Deus criou o homem com cem por cento
de sua humanidade tornando-o capaz de fazer uso da totalidade de seu cérebro,
também o fez imortal, sem doenças, capaz também de desfrutar uma comunhão plena
com o criador, encontrando-o todos os dias na viração do dia, o homem estava
acima de qualquer conceito moral, pois ele era plenamente moral, tinha também a
plenitude do livre abítrio, e nem mesmo isso possuímos mais, pois podemos
escolher muitas coisas, mas não somos mais capazes de escolher não pecar, uma
vez que Adão escolheu quando tinha a plenitude, a capacidade de não poder não
pecar. Com o advento do pecado, o homem
morreu como lhe havia sido dito, mas de forma muito mais profunda e dolorosa
que apenas a corrupção do corpo físico. A escolha do primeiro pai nos trouxe como
consequência a perca da plenitude de nosso poder cerebral, o envelhecimento, a
mortalidade, enfermidades e principalmente nos tirou a plena comunhão
desfrutada com Deus no jardim. Todos esses fatores deixaram uma marca profunda na
psique humana, que não pode ser satisfeita de maneira nenhuma a não ser no
relacionamento pela fé com o próprio Deus, o qual para suprir essa nossa
necessidade nos envia hoje o seu Espírito Santo que habita conosco e testifica
com o nosso espírito que somos filhos de Deus. Acontece que a marca de que acabei de falar
produz no âmago humano, um vazio indescritível que volta e meia gera uma absurda
necessidade de preenchimento, e um dos fatores que agrava essa verdade inegável
é o fato de que quando temos algumas de nossas necessidades básicas mais
primitivas negadas, o vazio da alma se agiganta de uma maneira quase insuportável
e nesses momentos de crise vivencial, sentimos
uma necessidade crônica de encontrarmos algo que nos faça sentir vivos, isto
porque a sensação que temos durante estas crises é que estamos apenas
respirando e nada mais. Agora observe, Noé estava vivendo em um mundo novo, em
uma nova forma, um novo sistema; neste ponto alguém poderia dizer o seguinte: “que
maravilha, pois não havia mais pecado”...Contudo, duas coisas temos que
considerar aqui: 1 – o pecado esta arraigado na natureza humana, onde houver um
humano haverá pecado. 2 – O ser humano é um ser social. Independente de
estarmos cercados de pecadores justificados pela fé e/ou pecadores inveterados,
a questão é que precisamos do convívio social e dos benefícios das relações sociais.
Noé tinha sua família, mas todos os demais que ele conhecera estavam mortos, o
sistema no qual ele crescera havia desaparecido e isto gerou no valente Noé o
desejo de fazer alguma coisa diferente. A escolha? Plantar uma vinha! Isso lhe
traria uma ocupação para preencher-lhe a mente e os dias, afinal algo para
quebrar a rotina. Entretanto, sempre que procuramos preencher o vazio de nossa
alma (todos nos o sentimos vez ou outra e alguns o tempo todo), com valores
materiais, isso será apenas um abismo conduzindo a outro abismo. Aqui esta a razão por encontrarmos dentro de
nossos templos tantos crentes com compulsão por coisas absurdas, como a
pornografia, consumismo, webdependencia, violência, dependência química,
mentiras, amor ao dinheiro, entre tantos outros males que poderíamos listar
aqui. As pessoas não sabem, ou não
entendem, a razão do vazio dentro de si e atribuem isso ao que elas julgam
falhas nas pessoas com que se relacionam, ou seja, os que estão em seu convívio
não lhe atendem as suas necessidades físicas, psicológicas e espirituais e
assim, procuram algo que lhes traga alivio imediato, e dessa forma vão se
embaraçando mais e mais com negócios desta vida.
O segredo bíblico para aliviar os sintomas desse mal é manter o coração
fervendo com palavras boas. Noé plantou uma
vinha e depois é claro, foi desfrutar do fruto de seu trabalho. Plantar uma
vinha a principio não me parece jamais uma má ideia, porém, o que vamos fazer
depois com os frutos dessa vinha é que quase sempre se torna o grande problema.
Noé tanto fez que acabou por se embriagar, a embriagues por sua vez trouxe o
entorpecimento, e este por sua vez lhe tirou a capacidade de discernir entre o
certo e o errado e o levou a agir de forma prejudicial tanto a si mesmo quanto
aos poucos que lhe cercavam. O interessante é que a necessidade de nos sentir
vivos produz em nós uma urgência absurda de alívio rápido e quando encontramos tal alívio em alguma
coisa, a tendência é nos tornarmos dependentes e assim nos entregarmos
totalmente ao consumo diário dessas doses de prazer. Noé sentiu um prazer do
velho mundo, o gosto do vinho lhe trouxe lembranças nostálgicas, e isso
produziu em sua mente uma sensação tão boa que não poderia deixar de beber mais
uma e mais outra dose. A consequência? Um homem sem controle de suas faculdades
mentais que por conta do acaloramento pela alta quantidade de vinho se despe e
se depois se deita tranquilamente para dormir. O sono chegou, o guerreiro de
Deus estava agora entregue ao seu próprio descuido e isso culminaria em algo
ainda pior. Ao despertar de seu sono, e o sono sempre termina, o patriarca recebe a noticia de que seu filho
Cam de forma jocosa havia entrado em sua tenda, visto sua nudez e a comunicado
aos seus irmãos. Tal informação gerou no recém desperto Noé uma atitude
devastadora, pois ao se zangar com a falta de respeito de seu filho, pronuncia
palavra de maldição sobre seu neto Canaã (filho de Cam). Ora, ainda que Cam
merecesse algum tipo de sanção por conta de seu desatino, o proprio Nóe o
merecia ainda mais por se entregar a um prazer mórbido, na tentativa de preencher
um vazio que apenas o relacionamento com Deus poderia preencher, já o seu neto
Canaã mereceu o castigo?. Caros leitores, eis aqui uma das grandes verdades de
nossos dias, nossos templos estão cheios de pessoas, mal resolvidas, sofrendo
angustias profundas por não entenderem o que se passa com elas, e tais pessoas
buscam soluções em fontes que não dão água que realmente sacie a sede da alma.
Crentes que a exemplo de Noé plantaram uma vinha, ou seja, investiram em algo
que depois lhes trouxe o entorpecimento espiritual, não conseguem perceber que
estão sem o controle da situação, acabam por se expor publicamente ainda que
tentando ocultar seus pecados, e por fim se entregam totalmente se deixando
dominar por uma sonolência espiritual que lhe mina definitivamente toda
capacidade de perceber que alguém se aproxima da tenda.
quinta-feira, 17 de julho de 2014
5 – descomprometimento com a vontade de Deus, falta de vigilância (Sansão nos braços de Dalila)
Sansão
era nazireu de Deus ( נזיר naziyr ou נזר nazir), que quer dizer consagrado a
Deus. O nazireado é instituído por Deus no capitulo 6 do livro de Números e diz
respeito a qualquer pessoa que fizesse voto de consagração a Deus por um
período de tempo, o qual deveria observar algumas exigências para que o seu
nazireado fosse aceito diante de Deus. No caso dele, o próprio Deus declarou que
ele seria consagrado a Deus durante toda a sua vida, e ainda que ele mesmo não
tivesse feito o voto por livre e expontânea vontade, deveria observar a
exigência de não cortar o cabelo. Algo
que não podemos deixar de observar antes de continuar é que as exigências
principais foram feitas à mulher (sua mãe) e segundo as palavras do anjo, a
Sansão ficou apenas a responsabilidade de manter seu cabelo sempre crescido. No
caso desse juiz em particular, Deus lhe habilitou com uma força física
descomunal e absolutamente sobrenatural, e esta era a maneira como o Espírito
de Deus se manifestaria em seu servo, através de uma habilidade não espiritual
mas física, que grande lição temos aqui, pois afinal, pois Deus age de diversas
e surpreendentes maneiras. Vale lembrar que o segredo da força de Sansão não
estava em seus cabelos, mas na obediência aos preceitos divinos, enquanto ele
observasse o mandamento teria a força que lhe tornaria o mais afamado herói
popular não só em seus dias e em meio ao
seu próprio povo mas o mais conhecido super-humano de todos os tempos. Porém, a
personalidade do jovem Hebreu e suas tendências carnais sempre o mantiveram no
limiar do fracasso até que esse se manifestasse com toda a força. Obediência,
como já disse acima, esse era o segredo, e o que diz a bíblia sobre a igreja
contemporânea? “por se multiplicar a iniquidade o amor de muitos esfriará”(Mt24:12),
a iniqüidade só pode se multiplicar se for alimentada pela desobediência. Se a
força dos ossos e músculos eram as armas
do antigo juiz as quais só seriam mantidas pela fé e vigilância, a fé (a
vitória que vence o mundo) é a arma de que dispomos para vencer as propostas
carnais ao mesmo tempo em que resistimos ao próprio tentador. Contudo,
analisando a vida de Sansão podemos claramente perceber o caminho da
desobediência que o leva pouco a pouco a abrir sua guarda e entregar aos seus
inimigos um segredo que uma vez desrespeitado o levaria ao status de
desobediente aos preceitos divinos e por fim conduzindo-o ao absoluto fracasso.
Dalila, aquela a quem amou a ponto de desobedecer a Deus, depois de lhe induzir
pela insistência a entregar um segredo que o levaria à desobediência e portanto
a perca de sua força, visto que quem operava isso em seus músculos era a
presença do Espirito Santo, essa mesma Dalila ao perceber que finalmente lhe
abrira o seu coração por completo, “o
fez dormir sobre seus joelhos”. A aparente beleza do que estava fora de sua
cultura e de seu povo sempre atraíram Sansão, e pouco a pouco lhe ataram por
cordas que não podiam ser destruídas pela força física, pois a bíblia nos
ensina que “ninguém que milita se embaraça com negócios dessa vida, a fim de
agradar àquele que o alistou para a guerra” (II Tim 2:4), aparatos de guerra
não podiam vencer ao herói bíblico, mas os “negócios dessa vida”, pouco a pouco
lhe minaram a capacidade de obedecer a vontade de Deus. Vejamos os decadentes
passos finais do guerreiro de Deus até o sono mortal nos braços de Dalila, que
o levaria a cegueira e a vergonha entre seus inimigos.
1 – 16:7
- amarrar com sete vergas de vimes frescos, ainda não secos.
2 – 16:11 – fortemente com cordas novas
3 – 16:13 – tecer 7 tranças do seu cabelo com o
liço da teia ( e elas os fixou com uma estaca)
4 – 16:17 – descobriu-lhe todo o seu coração –
a queda começa com a entrega de segredos de Deus em nós e para nós.
5 – 16:19 – ela o fez dormir sobre os seus
joelhos – o conforto para a pratica da desobediência.
6 – 16:19 – chamou um homem e rapou-lhe os
cabelos
7 – 16:19 – começou a afiligi-lo ( testar sua
força)
8 – 16:20 – sairei como
dantes.....o Espirito do Senhor já havia se retirado dele.
Falta de perdão
Falta
de perdão, rancorosidade, indiferença, desamor (Jonas fugindo para Tarsis).
Aqui
esta uma das histórias da bíblia mais conhecidas de todos os tempos, Jonas o
profeta fujão e o grande peixe. Vamos, contudo, analisar os detalhes que
levaram um profeta chamado por Deus a escolher a fuga de sua presença. É
interessante observar que Jesus em seus ensinamentos recomendou aos discípulos
que fossem prudentes como as serpentes e simples como a pomba. O adjetivo usado
por Jesus para definir a pomba é akeraios,
que significa puro, não misturado, limpo de mente, sem um misto de
maldade, livre de malícia, etc. e a Pomba no hebraico é Ionah, que é
justamente o nome do profeta em hebraico. O Jonas que conhecemos é o Ionah no
texto bíblico, ou seja, Deus chamou para enviar a Nínive alguém cujo nome
denotava tudo que era necessário para que os ninivitas fossem alcançados pela
misericórdia de Deus, contudo, o que estava no coração do profeta não condizia
com seu nome. Jonas o filho de Amitai era natural da pequena vila de Gate Hefer
(II Rs 14:25) no distrito da tribo de Zebulom (Js 19:13) alguns quilômetros ao
norte da região da Galiléia e os eruditos dizem que exerceu seu ministério
durante o reinado de Jeroboão II. Portanto, Jonas conhecia bem os costumes e o pensamento dos Assírios. Nos
dias do profeta os assírios controlavam algumas regiões de Israel anteriormente
conquistadas conforme o texto de II Rs
10:32 e 33 e aqui começamos a compreender os sentimentos abrigados no interior
do servo de Deus, uma vez que os assírios eram violentos em extremos contra os
povos os quais lutavam, praticando, empalamentos, esfolamentos, serrando ao
meio soldados inimigos, entre tantas outras atrocidades. Quando Deus fala ao
profeta ele vislumbra a possibilidade de arrependimento do povo e por conta
disso o perdão de Deus para os ninivitas e assim escolhe fugir para evitar que
a misericórdia de Deus alcançasse um povo ao qual ele condenava à destruição em
seu coração rancoroso (ler cap 4:2). Veja que o sintoma aqui da condição
espiritual do profeta era algo que estava abrigado em secreto no coração dele,
ódio a um povo violento e que não conhecia a Deus e a seus princípios e essa
condição espiritual começou a sinalizar de forma visível quando chegou a ordem
divina para que justamente ele fosse até os ninivitas, e lhes anunciasse a
palavra de Deus. O ódio e o ressentimento não nos permite praticar a justiça
que vem pela fé. Assim como o sono nos insensibiliza ao que acontece ao nosso
redor, o rancor, e suas variantes nos insensibiliza ao amor de Deus para com as
almas e para com o próximo, nos fazendo colocar nossas razões acima da vontade
de Deus. Jonas sinaliza seus reais sentimentos começando um processo de descida
de vários degraus até chegar ao fundo de um abismo que não lhe trouxe o
objetivo almejado mas um terror jamais antes experimentado por homem algum que
vivesse para o relatar.
1- Desceu a Jope
2- Desceu para dentro do navio
3- Desceu ao porão do Navio
4- Lançado ao Mar
5- Tragado pelo peixe
6- Lançado no profundo, no coração dos mares
7- Desceu até os fundamentos dos montes
Quando olhamos para o texto bíblico no hebraico
antigo encontramos a palavra “yarad”, que significa não somente descer,
mas também declinar, marchar abaixo, afundar, e quando o profeta decide fugir
de diante do Senhor e tomar uma outra direção, ele começa literalmente a
afundar. Um abismo chama outro abismo e quando entramos na contramão da vontade
divina afundaremos passo a passo até que nosso orgulho seja suplantado e
finalmente consigamos clamar com sinceridade e pureza de alma. Considere-se
também que afundar denota perca do controle da situação, um nadador por
exemplo, tem controle de seu próprio corpo sobre a água mas se por qualquer
razão esse controle for perdido ele começa a afundar. Lembro aqui da história de Pedro andando
sobre as águas indo ao encontro de Jesus, contudo, ao ver-se afastado de sua
zona de conforto que era o barco onde estavam os demais discípulos e sentindo o
vento e vendo as ondas, teve medo, e assim começou a afundar. Quando Jonas
desce a Jope ele ainda que pensasse estar no controle da situação, já estava
começando a afundar e isso ainda iria bem mais longe até o terror absoluto.
domingo, 8 de junho de 2014
O rosto na água
Provérbios 27:19 - Como na água o rosto corresponde ao rosto, assim o coração do homem ao homem.
Interessante aqui que a questão da correspondência é fundamentada sobre uma imagem distorcida. A melhor maneira de se ver o reflexo do rosto não é olhando a água mas sim um espelho límpido e estável, uma vez que a água, mostra uma imagem obscurecida e distorcida por conta das ondulações e mistura com imagens introexpostas. Assim quando queremos conceber um conceito acerca de uma pessoa olhando para o que vemos por fora, teremos uma má concepção do que realmente existe por dentro. E ainda mais podemos dizer acerca desse assunto só que agora trazendo totalmente para si mesmo: quando queremos ver como estamos diante de Deus olhamos para o espelho (a palavra), quando queremos ver como estamos diante de nós mesmos, o melhor é olhar para o que há no nosso coração, pois será impossível enxergarmos a nós mesmos se estivermos olhando para os outros diante de nós ou apenas para as rugas e cabelos brancos refletidos nos espelhos da nossa própria humanidade
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